Copie Et Après - COM FIGURINHAS


Quinta-feira, Novembro 13, 2003

falsificações no... InternETC
A bolsa ou a vida!
O que é mais cafona: uma bolsa Vuitton autêntica a R$ 3.500 ou uma falsificada a R$ 300?
Quem leu o Ela no sábado passado sabe: Maria Clara Diniz, a heroína da novela das oito, usava bolsa Vuitton falsificada. Inacreditável! A contravenção foi descoberta pelo diretor-geral da marca que, chocado com o faux-pas da produção, prontamente enviou para a Rede Globo uma bolsa original. Agora, o pessoal da Delegacia de Repressão contra os Crimes de Propriedade e Material (que não se perca pela extensão do nome), recém-criada aqui no Rio e primeira do Brasil, já pode respirar aliviado: sai a bolsa cafona de R$ 300, entra a bolsa cafona de R$ 3.500.
Embora, tirando o atento diretor-geral da Vuitton, ninguém vá reparar na diferença.
É muito grave o problema social criado pela bolsa Vuitton falsificada. Medidas urgentes têm que ser 'e serão!' tomadas para garantir que a patroa, ao sair pelo elevador social com sua bolsa comprada a peso de euro, de ouro, em Paris, não passe pelo constrangimento de cruzar na portaria com a empregada, que entra pelo elevador de serviço, portando uma bolsa não-Vuitton, igualzinha, comprada a dez real ali na esquina. Onde é que nós vamos parar? Assim, vamos acabar batendo com a cabeça na igualdade.

* * *

Não é cômico. É até muito sério. Mas não pelo artigo pirata, e sim pelo artigo genuíno. Há algo errado, até socialmente doente, com uma bolsa de R$ 3.500. E há algo de muito errado com uma sociedade em que alguém que compra uma bolsa de R$ 3.500 é considerado chique, e não otário.
Não há, numa bolsa, material ou qualidade de trabalho que justifiquem um preço desses; a não ser, é claro, o valor intangível daquelas letrinhas estampadas, cuja única finalidade é proclamar aos céus que ali vai uma pessoa com muito dinheiro e pouco critério. Em suma: um otário. Feminino, na grande maioria dos casos.

* * *

Ao contrário do que esse parágrafo pareça insinuar, eu não sou uma Ralph Nader tardia. Como quase todo mundo 'intelectuais do Joãosinho Trinta à parte' gosto de luxo e riqueza, e já fiz extravagâncias de consumo suficientes para arder para sempre no fogo do inferno, que se alimenta basicamente na fogueira das vaidades burguesas.
Mas há uma perversidade na relação custo-benefício de uma bolsa Vuitton, um exagero de consumo, que me revolta pela evidente agressão social que projeta. Há uma profunda deselegância moral naquelas letrinhas estampadas. Seriam mais honestas se fossem cifrões. Que me desculpem a Maria Clara Diniz, o diretor-geral da marca e as moças todas que andam por aí de Vuitton a tiracolo, falso ou verdadeiro. É tudo falso.

* * *

E é implicância minha sim. Mas não com a Vuitton, especificamente. A Vuitton é apenas o emblema momentâneo do meu completo desgosto com pessoas cujos valores sociais e humanos são tão primários, mas tão primários, que dependem de bol$a$ como essas para saber com quem devem se relacionar.



þérolå - 9:18 PM Comments:




hortaliças do... Elas por Elas




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História real de um pé de alface



Ela estava na cozinha, esquentando a comida, quando o marido adentrou o recinto, num relâmpago, e perguntou:



- Quanto você pagou pelo pé de alface?



Estava visivelmente despreparada para aquele assunto. E respondeu:



- Não faço a menor idéia.



Foi a vez dele de ficar impressionado:



- Como não? Você comprou alface e não sabe por quanto?



Ela percebeu que a única saída era abandonar a defensiva partir para o ataque. Mandou ver:



- Você me conhece há tempo suficiente para saber que eu não sou do tipo que sabe quanto custa um pé de alface.



A tática funcionou. Ele ficou sem réplica. Ela, percebendo que tinha, ali, um trunfo, explicou:



- Ou eu estou desligada demais, pensando nas coisas fundamentais da vida, ou estou atarantada demais com problemas mais importantes do que o preço do alface. Para mim, basta saber que eu posso pagar por um pé de alface.



Serviço: um pé de alface simples pode variar de R$ 0,75, a mais simples, até R$ 4,75 a mais sofisticada (americana, orgânica e pré-lavada).



þérolå - 9:11 PM Comments:




xingamentos do... Alexandre Soares Silva

Sórdido Propósito - Vida e Obra do Abominável Alexandre



Abominável, e pedante, e mau:
Xingado com frequência no meu blog,
Eu hoje fui xingado no jornal.
No Jotabê, no less. Ou estou grogue?

Alguém reclama contra um texto meu
No qual discuto uma questão profunda:
¿Que espécie de argumento é uma bunda?"

"Outro exemplo de hibridez imprensa-blog é a recém-lançada revista Paralelos, dedicada à nova literatura produzida no Rio de Janeiro."

"O site traz textos sensacionais, como ''The church of body modifications'', que conta (em ótimo português) a aventura de um brasileiro morador da Suécia que passa uma noitada num templo de pessoas com hábitos no mínimo aflitivos. O autor Jorge Cardoso recebeu merecidos aplausos de leitores."

"Já o artigo ''Que espécie de argumento é uma bunda?'', em que Alexandre Soares Silva critica quem fica nu para
protestar contra alguma coisa, não foi tão unânime. ''Cara... quanta imbecilidade. Você não tem nada mais relevante para criticar não?'', comentou um leitor não-identificado."



Ok, não foi bem hoje, foi na quinta
(Antes que digam que Alexandre mente.)
Só sei que é muito estranho que eu me sinta
A cada xingamento tão contente...




þérolå - 9:11 PM Comments:




comprinhas no... Epinion

Momento Querido-Diário 2 - Aventuras no Supermercado



Todo domingo eu compro um quilo de congro-rosa para a minha peixada. Mas quem disse que em Curitiba tem congro-rosa? Bem, apesar de pouca gente ter visto ou ouvido falar desse peixe por aqui, eu consegui encontrar num hipermercado. O problema é que, em vez das tradicionais 15 pilas que eu gasto por quilo, aqui o peixe custa a bagatela de 55 reais por quilo. E, para 12 pessoas, eu não podia comprar menos de dois quilos.

Mais adiante, vi que eles vendiam também o congro inteiro (que eu nunca tinha visto, aliás, muito prazer), por vinte reais o quilo. Pedi para a moça da peixaria dois peixes inteiros, que pesavam mais de dois quilos. E a moça demorou e demorou e demorou para me entregar um saco só com os filézinhos. Olhei para o saquinho e de repente me bateu a dúvida. Pedi para que ela pesasse só os filés, pelos quais eu estava pagando quarenta pilas. Então ela disse: um quilo cravado.

Quarenta pilas por um quilo de peixe, que na Urca, o bairro do RobeRRRto CaRRRlos, custa 15. Eu precisava de mais um quilo de peixe, mas gastar 80 pilas só no peixe realmente não estava nos meus planos. Olhei com calma e vi outro peixe, branquinho, igualzinho, por treze reais e uns quebrados o quilo. Do filé.

Pedi então que a moça do peixe me desse mais um quilo do tal outro peixe, que na minha cabeça era o genérico curitibano do congro-rosa. E eis que, enquanto ela separava os meus filés, me ocorreu uma idéia maquiavélica. E se eu pedisse mais um quilo do genérico e depois desovasse o congro-rosa de quarenta pilas por uma das prateleiras do hipermercado? Ora, as pessoas desistem de comprar as coisas, certo? "Mais um quilo desse aqui, por favor", pedi, e deixei separado o congro no carrinho.

Expliquei meu plano diabólico ao Polzonoff, e ele topou. Esperamos o grande saco de dois quilos do genérico e eis que, enquanto me distraí por um segundo, o congro sumiu do meu carrinho. Olhei para o Polzonoff, que sorria um sorrisinho traquinhas e, com os olhos, indicava um cantinho no próprio balcão dos peixes: o danado tinha cavado um buraco no gelo e enterrado as quarenta pilas de peixe. Uma pequena alteração, digamos assim, do meu plano inicial de desovar o peixe na seção de lingerie. Hehe.

Depois disso, passamos o resto das compras com medo da Moça da Peixaria. O momento alto foi quando soou um aviso no alto-falante: "Atenção seguranças, favor comparecerem à seção 3!" Seção 3? Seção 3? Onde diabos será que eu estava. Brinquei com o Polzonoff: a moça da peixaria descobriu o nosso golpe e, agora, todo o corpo de seguranças do hipermercado ia nos obrigar a comprar o peixe. E ainda iam nos passar uma descompostura. Oh, que coisa feia vocês fizeram.

Mas no fim das contas, saimos ilesos com nosso peixe genérico.



þérolå - 9:10 PM Comments:




versinhos no... Caminho da Dati


Deixei escrito por aí



Arrumar e organizar papéis é sempre algo trabalhoso e que me dá uma certa preguiça em fazer. Ontem me vi na obrigação de arrumar alguns e o bom desta arrumação foi que deparei com um e-mail que imprimi em 01 de setembro de 2002. O que pode ter de bom nisso ? Explico. As vezes sou impulsionada por alguma brincadeira a escrever versinhos simples e de imediato. Gosto muito quando revejo algum pois me fazem lembrar o momento que os criei. Neste e-mail tinha um. Como não costumava guardar estes versinhos (passarei a fazer isso) eu vou colocar três deles aqui, com a devida explicação de cada um, para que estejam guardadinhos perto de mim e eu possa no futuro relembra-los.



Versinho 1

Durante troca de e-mails com diálogos quase sem nexo (pois brincávamos com troca de palavras etc) surgiu o versinho para esta amiga.



Amiga: Dati ? Kd vc ? Não quero ficar sozinha. Tenho medo.

Dati: Eu estou aqui !Está sozinha onde ? se estou aqui e se vc está com outra amiga no ICQ ?

Amiga: Sei lá...Estou estranha hoje... Nem sei quem eu sou... onde estou... quem é vc ?

Dati: (partindo aqui para o versinho abaixo)



dativersinho.jpg



Versinho 2

O que me motivou a este versinho foi um post da Deize. Ela em certo momento dizia o seguinte no post de 08 de abril de 2003:



"A Dati que faz um trabalho muito legal de poesias sobre caminhos, certamente, me ajudará nessa. Eu, na cara-de-pau, vou esperar... Que dúvidas afligem a senhora ? O que o quadro transmite a você ? " e havia uma bela imagem ilustrando o texto. Surgiu então o seguinte versinho (este com nome e incluído em meu site de poesias).



dativersinho1.jpg



Versinho 3

O que motivou-me a escrever este foi um outro versinho escrito pela CoRa. Em uma de minhas visitas diárias ao Tudo é Lindo Indo Além, precisamente no dia 05 de novembro, me deparei com o seguinte versinho da CoRa:



Pra não passar sem ser notado...

(CoRa)



Tem coisas que a gente diz

que o outro nem sempre repara

pode ser triste e intrigante

e nem sempre coisa rara

mas pra gente é importante

ser vista (ou lida) mesmo em meio ao fog

por isso é que eu volto faceira

perguntando aos amigos de blog:

vocês leram o post de segunda-feira?



E em minha resposta a ela eu não poderia deixar de fazer de outra forma que não fosse em versinho...



dativersinho2.jpg



Existem outros deste tipo que tentarei recolher... são marcas que deixei pelos caminhos que andei e ando. Dos três versinhos só o que fiz pro post da Deize tem nome os outros não. Também não sei como deveria classifica-los pois não chegam a ser poesias... mas queria muito guarda-los pois além de gostar muito destas 3 pessoas elas me propiciaram um momento de descontração que resultou nos versinhos... agradeço as três por isso.

Se alguém descobrir que andei escrevendo versinhos assim em caixinhas de comentários pode me enviar. Certamente não guardei (agora vou guardar).




þérolå - 9:08 PM Comments:





saudosismo no... O Polzonoff


Queria ver o colégio Madalena Sofia, onde eu cresci. Agora não é mais colégio Madalena Sofia. É Colégio Pitágoras. Ainda assim, o prédio gigantesco continua exibindo o Cristo no alto e o jardim na frente onde, dos cinco aos catorze anos, eu desfilei nas Olimpíadas internas do colégio.

Saudosismo louco da porra. A namorada no banco do carona, não entendendo por que era importante estar ali. Atrás do colégio, ainda há as quadras de cimento e de areia, cercadas por pinos e alguns carvalhos. Ainda há, também, o caminho de pinus que levam até a chácara, passeio anual dos alunos para que eles se lembrassem sempre de que havia vacas, galinhas, patos e porcos no mundo.

Foi ali naquele terreno, num dia 19 de abril qualquer, que eu plantei minha primeira árvore. Não foi a única. Eu queria saber se aquela árvore vingou. Até porque a outra de que me lembro, um araucária, certamente foi derrubado pelos que compraram a casa da rua Rio Mucuri, 260, no Bairro Alto. Não os culpo: era árvore de difícil admiração e fora plantada errada, muito próxima da casa e do muro. Certamente iria causar algum dano tanto à casa quanto ao muro. Quando me mudei da tal casa, em meados da década de 90, a araucária já tinha um metro de altura. Para quem não sabe, uma árvore deste tipo demora 40 anos para atingir a idade adulta.

O plano inicial era entrar no colégio, câmera na mão, e tirar muitas fotos dos lugares mais significativos: a sala onde fui alfabetizado, para o desespero atual dos escritores que critico; a rampa que era diversão diária, com escorregões inesquecíveis; a rampa que ligava o pilotis ao museu do colégio, onde pela primeira vez vi Simone e por ela me apaixonei, aos 12 anos; a cantina, que vendia a melhor pizza de todos os tempos, um sabor que até hoje eu tento, em vão, encontrar cá no mundo externo; o pátio interno, cenário de festas juninas, brincadeiras de pega-ladrão e conversas intermináveis com o cachorro Jubi; a sala da 8a. série; a sala de judô, que eu odiava; o laguinho; o bosque. Mas desisti na porta do colégio. A duras penas aprendi que há coisas que é melhor guardamos na caixinha idealizada da memória.



þérolå - 9:08 PM Comments:





amando os feios no... Querido Leitor,

O poder do feio bonzinho
Todo mundo ama o feio bonzinho, assim como todos odeiam os bonitos arrogantes. Mas o mundo mudou. E assim como tá cheio de gente que ama os bonitos metidos também tem gente com ódio mortal dos feios simpáticos. Especialmente quando são bem pagos.
Marcelo Batalha mandou um email com nota de Ancelmo Gois, mencionando Fabiana Augusto, o garoto-propaganda das Casas Bahia e outro texto cuja fonte é o inagaki . Ambos divulgam o blog http://www.odeiooidiotadascasasbahia.blogger.com.brO mais louco é que o dono deste blog, que odeia o apresentador dos comerciais das Casas Bahia, reclama que algumas pessoas que partilhavam este 'ódio', viraram casaca e foram prestigiar o moço em uma noite de autógrafos.
Entre os feios bonzinhos, vale destacar o Carlinhos-Bombril-moreno, o precursor do tipo na propaganda, o recente magrinho feio que faz detecta e fazia o cara da ambulância e agora, o moço das Casas Bahia.
No blog euodeio..., citado acima, podemos ler num comentário da autora sua extrema alegria por seu blog ter sido mencionado em alguns veículos de comunicação. Ela comemora o fato de que está virando uma 'celebridade'.
Será que não é isso que ela inveja no Fabiano, além dos cem paus por mês?
Como dizia Tom Jobim, no Brasil, sucesso é ofenda pessoal. Ninguém perdoa o talento, a fama, o dinheiro, a notoriedade, a beleza.
O que a gente odeia no outro é sempre aquilo que o outro tem de graça e que nós daríamos tudo pra ter...



þérolå - 9:04 PM Comments:


Terça-feira, Novembro 04, 2003

propaganda enganosa pro... Hadhes.

[QTA POBREZA...]
Acho que todo mundo já deve ter visto alguma propaganda do mascote do Bradesco, chamado CHIP, mas que está mais para o clone de STUART LITTLE em versão TUPINIQUIM. Qdo do lançamento achei altamente plágio, e isso é óbvio, nao apenas pelo uso de um ratinho mas pela caracterização gráfica do mesmo. Já ouvi boatos que existe até um processo contra o Bradesco por causa disso, mas nunca li nada oficial a respeito.
Se não bastasse a pobreza criativa, o Bradesco lançou uma promoção para os correntistas oferecendo um CHIP...olhando a primeira imagem lá do começo do post até que não deixa de ser chamativo ter uma miniatura desse ratinho pos mais plagio que ele seja. Como eu so uso mesmo o net bank para tudo (chega de sofrer em filas), ganhei o CHIP fácil fácil.
Qdo ele chegou todo em uma embalagem transada, ao abrir foi uma piada. Simplesmente o cumulo da vergonha: um bonequinho de plástico de fazer qualquer um cair no gargalhada. Outro dia comentando com uma amiga foi simultanea nossas falas.. RIDICULO!!! Realmente esse mascote não tem sido uma feliz idéia...e olha so, a embalagem fez mais sucesso, pelo menos virou um porta-treco :))



þérolå - 11:56 PM Comments:




bizarrices no... 5.º Estado da Matéria.

Coisas bizarras da vida cotidiana

Alguém já teve um deja-vu? Bom, ontem eu sonhei/pesadelei que do nada um Poodle (raça canina que só faz xixi, cocô e rasgar sofá) aparecia lá em casa e todos ficavam alegres com sua presença. Depois disso, finalmente acordei, fiz minhas coisas de manhã e fui pro trabalho. Voltando pra casa, eu fiz minha oração habitual e quando abro a porta do meu quarto, eis que me deparo com..... UM POODLE!!!!!!
E não era um poodle de pelúcia (antes fosse), mas sim um filhote de poodle e o pior de tudo, era um filhote de poodle toy, a raça mais irritante de poodle da face da Terra!!!!

Bom, eu sei que em Joel 2.28 está escrito que "...vossos filhos e vossa filhas profetizarão, vossos velhos sonharão e vossos jovens terão visões;", mas isso já é demais!!!!

Eu hein!!! Fala sério!!!!



þérolå - 11:36 PM Comments:




o bem e o mal na... Boca do Caos.

O dia em que o Bem e o Mau sentaram no barzinho da esquina pra comer batata frita

Bem: Hoje pode deixar tudo por minha conta, estou em dívida com você.
Mau: Tudo Bem. Mas, diga, além de fazer parte da sua natureza, qual o motivo dessa bondade toda?
Bem: Ah, rapaz... sem você ninguém iria me perceber.
Mau: A recíproca é verdadeira. Já que tocou no assunto, parece até que trabalho pra você, às vezes! Muitos atos meus, a longo prazo, tornam-se atos seus.
Bem: Já notei, já notei. Isso não é culpa minha, e nem falha sua, você sabe.
Mau: Verdade. Garçom! Empreste-me sua caneta, um minuto. Bem, esse desenho aqui já diz tudo, não é?
Bem: Diz sim. É por isso que agimos da forma como agimos.



þérolå - 11:13 PM Comments:




amor maior no... Mr. anderson "Revolutions".

"A felicidade é o caminho e não o destino"
O tempo voa, o tempo não pára, é implacável...não volta atrás...
E hoje, mais forte do que todos os dias, eu sinto o peso do tempo. A saudade é muito, muito, mas muito grande...

Há um ano atrás, exatamente ontem (13/10), minha mãe (minha doce mãe, a mais bela e a mais sorridente mãe) encontrara o descanso eterno...junto com Deus...esse mesmo Deus que eu me revoltei e fizera perder a fé. Sim...eu não sabia o que estava acontecendo, procurava olhar para além do horizonte e não encontrava resposta...não encontrava o motivo, não enxergava o "por que?"...

Mamãe era jovem, alegre, tinha o sorriso estampado no rosto para qualquer um que estivesse diante dela...era guerreira, batalhadora, tinha uma monumental força de vontade para vencer na vida, não importava como...nem as dificuldades.

Aos 12 anos de idade, ela saiu do interior do Rio em busca de uma nova vida aqui na capital. Trabalhava em casa de famílias para se sustentar. Não conseguiu terminar o 2º grau, mas, depois de muita luta, conseguiu um emprego no Bradesco. Tornou-se gerente.

O que dizer do meu pai? Tenho algumas lembranças marcantes. Ele me levava para cima e para baixo...minha mãe dizia que eu não desgrudava dele...eu devia ter uns 4 aninhos...mas, de um dia pro outro...ele não voltou pra casa...desapareceu...(estava metido com coisas erradas)...o corpo nunca foi encontrado.

A partir daí, muitas dificuldades surgiram, mas minha mãe sempre dava um jeito de sustentar a mim e ao meu irmão. "Comida não vai faltar..." - Dizia ela...e não faltou.

Perdeu o emprego no Banco (culpa do Collor) e foi trabalhar como caixa do Metrô. Eu já devia ter uns 8 anos e meu irmão 7...então tínhamos que dar um jeito de ir pra escola sozinhos...e a gente chegava da escola e ainda arrumávamos a casa pq ela chegava meia-noite híper cansada. Tempos depois, ela ficou desempregada novamente e chegou a vender batatas-fritas na porta da minha escola. Ficava madrugadas inteiras fritando batatas para botar comida dentro de casa.

Ela fez de TUDO, de tudo mesmo para não deixar a peteca cair...tinha planos, sonhos...conquistou alguns...e esperava o dia de realizar tantos outros...esperava ver o dia em que eu e meu irmão estaríamos com a vida encaminhada, com família e filhos...ver nossos filhos chamando ela de vovó...

....não deu tempo.

Por isso, digo à vocês, que estão dedicando uma parte do seu tempo navegando por aqui, que não se deve esperar para dizer o que sente pra depois...não espere para dizer amanhã ou semana que vem...

"é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã..." - Renato Russo dizia...mas essa nossa vidinha mesquinha do dia-a-dia nos impede de mostrarmos aos outros o que sentimos...e que só damos valor quando não temos mais...essa vidinha que nos acomoda e nos faz olhar para o próprio umbigo todos os dias...essa vidinha que faz a gente reclamar da vida só por que está chovendo lá fora e você está sem o guarda-chuva....

Se você ama sua família, não deixe para amanhã...se você gosta dos seus amigos, não deixe para amanhã...se vc ama a vida... não deixe para amar amanhã...ame hoje...você sabe disso...

Até hoje, um ano depois, é difícil acordar e ver o quarto dela vazio...é impossível chegar em casa e não sentir a presença dela...saudades...algumas coisas ainda permanecem intocáveis...dia 20 de Outubro ela completaria 48 anos...

Hoje o sofrimento é menor...eu sei que ela está bem...eu sei que ela olha lá de cima por mim e pelo meu irmão...e que ela está feliz por nós dois...
Procuro lembrar das coisas boas, do sorriso e da felicidade estampada no rosto...é assim que vou lembrar dela e seguir o meu caminho junto com o meu irmão...e pra todo mundo que eu conheça terei o orgulho de dizer que eu tive uma GRANDE mãe, uma SUPER mãe...a MELHOR mãe...

Mãe, te amo para toda vida.



þérolå - 11:10 PM Comments:




como tudo começou no... Sugar 'N Spice.

Nada Normal

Estive no cinema vendo "Os Normais". O filme conta como Rui e Vani se conheceram, não é tão bom quanto eu esperava, mas é bem engraçado. Vale a pena durante a semana e pagando meia (R$ 3,50).
Durante o filme não tive como não pensar em como eu conheci o Ruben, há Quase 4 anos atrás no ICQ. Pensei em escrever isso no blog, e me lembrei que meu blog anda meio abandonado e de como eu gosto de blogar... Escrever sobre assuntos que me interessam, saber outras opiniões, ler histórias diferentes e interagir com pessoas de diversas faixas etárias, lugares, e hábitos... Resolvi retornar, retribuir todos os comentários atrasados (muita calma gente e não fiquem chateados comigo, porque eu na medida do possível estou tentando) e deixar um tema para meu próximo destaque*.
Para quem não sabe, o Ruben moro na Holanda, eu no Rio de janeiro e a gente está "junto" há 3 anos e 5 meses. Nos conhecemos de maneira nem um pouco convencional, mas eu conto os detalhes em um outro post, agora eu quero saber de você! Já conheceu um amor (independente de ter dado certo ou não) de uma maneira diferente?
O melhor comentário ganha destaque ali em cima, onde estão os destaques do post da praia!



þérolå - 11:05 PM Comments:




convocação d'... Elas por Elas.

Convocação de flash mob

Passei o fim de semana indo a livrarias ver se Mulheres no Ataque já está nas estantes. Todas já têm! Mas não fiquei, digamos assim, satisfeita com o destaque que algumas delas deram à nossa preciosa obra...(rs). As que estampam na vitrine receberam meus mais favoráveis fluidos. Mas em outras tive que agir...

A livraria A, por exemplo, classificou nosso livro como "auto-ajuda". Bem, vamos combinar que Mulheres no Ataque podem até ajudar alguém: a se divertir, a aprender a rir de si mesmo, a ver que coisas que aconteceram com você podem acontecer com qualquer um. Mas não acho que isso o faça merecer estar na prateleira de auto-ajuda...Então peguei o livro, folheei, disfarcei e levei lá pra frente, pra uma bela prateleira central, onde estavam Maitena, Veríssimos mis, os Manés, etc. Ficou lindo nesse lugar!

Na livraria B, estava até no lugar certo. Mas deitadinho, ofuscadinho,
broxadinho. Tratei logo de colocá-lo de pé! Tirei o manjado Sex and The City de um display e substituí por sua versão tupiniquim. Ficou uma graça! Juro que é o primeiro livro em que olho bate na hora de entrar na loja!

Bem, então os amigos, leitores e quase-sócios do elasporelas - os que já têm e os que não têm Mulheres no Ataque - estão convocados pra essa espécie de flash mob capenga: colocar o livro em destaque nas livrarias desse Brasil!! Vocês, que fazem parte dessa história, não podem fugir a este dever cívico! (E depois me contem as aventuras)

Ao ataque!



þérolå - 11:01 PM Comments:




inveja pura, mas... Uma Dama Não Comenta.

A Cris descobriu o blog de uma menina muito infeliz que copia todos os posts dela...

A menina chegou a publicar uma foto da Cris como se fosse dela.

Passeando pelos arquivos dessa garota indecente, descubro que ela copiou os meus posts também! Vários textos do Dama sem crédito algum e pior: ela conta como se as coisas tivessem acontecido com ela! Não é incrível a mente humana?

O mês de maio, por exemplo. Todos os textos foram tirados daqui.

Não sei se me espanto com a cara de pau da criatura sem vida própria ou se fico com pena de uma pessoa tão doente.

Ei, não deixem comentários aqui. Vão e comentem, mandem e-mail, digam o que pensam!



þérolå - 10:58 PM Comments:




fazendo arte na... Puragoiaba.

Não basta ir à Mostra, tem que Contribuir

Parei de ir à Mostra de Cinema de São Paulo porque meu médico me advertiu de que cada filme iraniano que eu via era equivalente a quatro maços diários de Derby sem filtro e encurtaria minha expectativa de vida em uns 20 anos. Como levo muito a sério recomendações médicas, de uns dez anos para cá só fui à mostra uma vez -porque o intestino assim o quis. Descobri que o sundae-bomba que eu tomara numa lanchonete de Cidade Jardim estava tendo efeito imediato e devastador antes mesmo que eu chegasse em casa. Parei o carro na frente da então Sala Cinemateca e me dirigi à bilheteira. "Boa tarde. O senhor veio ver o filme da mostra?" "Não, senhora. Vim só dar uma cagadinha. Onde é o banheiro?" "Ah, não. As pessoas vêm aqui para assistir às cagadinhas dos diretores, não para fazer as suas próprias. Terei de lhe cobrar o quádruplo do preço do ingresso." "Minha senhora", eu disse, entredentes, com o melhor argumento que a cólica me permitia, "não sou cineasta, mas sou um artista conceitual e performático. Vou expor na Bienal minha obra no banheiro da Cinemateca, dando a vocês os devidos créditos. Não se pode barrar a arte que vem das entranhas." Comovida, a bilheteira assentiu -e foi assim que, orgulhosamente, contribuí para a produção cultural da mostra. E a Bienal nem sentiu falta das minhas esculturas.



þérolå - 10:55 PM Comments:




não me deixem só na... Minha Vida em TubaCity.

Na verdade eu tenho um certo trauma deste senhor. A cara dele já me faz voltar alguns anos que não tenho boas lembranças, minha casa ficou um terror, nossa família se desestabilizou, tudo por causa do grande plano economico deste cara ai. lembro como se fosse hoje, meu pai perdeu o emprego, sobreviviamos com o salário de minha mãe, fiquei mais alguns anosem minha escola depois tive que deixa-la pois não tinha de onde tirar dinheiro para paga-la, meu irmão parou tudo que fazia, tinha um irmão de dois anos que teve muitas coisas boicotada por causa do GRANDE embargo do Collor. Não consigo nem olhar para esse cara. Para não dizer que ele só me lembra desgraça para mim ele fez uma coisa "boa" apenas. Mais tudo isso porque ele esta na ISTOÉ DINHEIRO desta semana. Clica aqui para ler esta entrevista e entender o por quê o embrago foi necessario segundo ele.



þérolå - 10:52 PM Comments:




encheu o saco da... Brazileira!Preta.

brazileira!preta - R.I.P.
28.9.01 - 24.10.03


Foi bom, foi lindo, frutífero e inspirado, dois anos de posts ininterruptamente cuspidos e jorrados diretamente do coração desta que vos escreve, dois anos de paixões e amigos e risadas e momentos tristes e uns outros momentos do caralho, dois anos de miséria e euforia.

Mas tudo o que é bom tudo acaba. Senão não tem graça.

Poderia dizer que não tenho mais tempo e que estou afundada entre fraldas e mamadeiras e noites mal dormidas e um frila na mtv - o que é verdade, mas não me impediria de continuar se eu realmente quisesse. Poderia dizer que agora sou uma mulher casada, fiel e apaixonada e que não sofro mais de amor perdido, o que também é verdade - e é que eu procurei a minha vida inteira. Mas isso também não me impediria de escrever no blog. A única coisa que me impede sou eu mesma. Cansei disso tudo, porque um dia cansa.

E eu não vou ficar me forçando a fazer algo que não quero. Sem paixão não rola. Sem paixão não tem condições. Está nos meus Dez Mandamentos: não faço nada que não queira, nada que seja forçado, senão fica sem alma e sem alma não presta pra nada. O brazileira!preta, de um tempo para cá, tornou-se mais uma obrigação do que prazer. Antes eu era obcecada por postar, postar, postar, escrever, escrever, escrever, o tempo todo, o dia inteiro, com chuva, com sol, neve, granizo, coração partido, álcool nas veias, lágrimas nos olhos. Passou. Claro que eu não vou parar de escrever, senão eu morro. These words I write still keep me from total madness, mas elas agora serão escritas de outro jeito, em outros lugares, lidas por outras pessoas, em jornais ou livros ou revistas ou qualquer outro veículo. Mas não mais aqui. Cansei, saturou, não quero mais saber desse negócio de blog. Só essa palavra já me embrulha o estômago, dá ânsia de vômito, "bloooogh". Cansei. Mas não vou parar. Só vou mudar de novo, e de novo, e de novo. Prometo que aviso quando o Vida de Gato sair. Vocês reclamem com o Joca Reiners Terron, que eu já entreguei o livro para ele e agora não é mais comigo. Estou escrevendo outro livro, agora para uma editora grande, bem grande, mas não vou falar sobre essas coisas porque dá azar. Agora eu vou escrever livros. Chega de blog, chega de escrever de graça, chega de gastar as minhas histórias. Queridos leitores, obrigada por tudo, todo o carinho, todos os emails, todos os presentes e tudo que vocês me deram. Eu vou continuar por aí, nas prateleiras, nas revistas, nos arquivos do blog e no coração de vocês.

E agora chega, que eu detesto despedidas.

Com amor,
Lady Averbook



þérolå - 10:50 PM Comments:




rala-e-rola na grande área do... Lábios de Seda.

E eu me pergunto...por que a maioria das mulheres não gosta de futebol?
Reclamam de seus namorados/maridos/amantes/ficantes/pretendentes gastarem 90 minutos em frente a uma telinha assistindo 22 homens suados driblando, correndo, chutando e depois do gol marcado...correndo pro abraço!!!
Quer coisa mais linda que ver o jogador do seu time ser artilheiro do campeonato? Enfiar quantos gols forem possíveis no time que voce mais odeia e enquanto isso ainda poder tomar aquela cervejinha gelada???

Bom, pra essas mocinhas que ainda não acharam a graça nesse esporte, aqui vai minha dica:
-na hora do intervalo...eu disse intervalo...(aquela paradinha básica que tem no meio dos caras correndo prum lado depois pro outro, sabe?) voce vem da cozinha com outra cerveja no ponto...abre , dá na mão dele e se o time dele estiver ganhando voce comenta animada " Que delícia, né amor?"...já se o time dele estiver perdendo voce comenta "Fica assim não, agora eles viram o jogo!".., se posiciona atrás dele e faz uma massagem nos ombros...

-mas em qualquer um dos dois casos o melhor mesmo pra relaxar ou comemorar é sentar na frente dele que está no sofá e fazer um oral delicioso, cheio de lambidas, mordiscadinhas, beijinhos, chupadas de leve e as mais ousadas . que ele irá adorar...mas Não Se Esqueça...assim que começar o segundo tempo voce pára!
Mas volta quando o jogo terminar, faz um convite e pede pra ele te jogar no sofá ... porque voce quer prorrogação do tipo morte súbita...
Bem, eu sou suspeita pra falar sobre essas coisas porque eu amo futebol, mas considerando que voce ainda não se deu por convencida da delícia que é assistir uma partida, espero que agora voce enxergue um pouco da graça que existe nesse esporte.... Fala que não ficou com vontade de ver mais um pouquinho da ginga, da graça, da agilidade desses garotos??? uhm? uhm???
Dá até vontade de ser Santista só pra gritar cheia de orgulho .... "eô, eô o Diego é um terror....!"



þérolå - 10:48 PM Comments:




show de MPB no... Mas tudo bem.

Demorei a entender algumas coisas. Por ter dificuldades em entender, fiquei alguns dias a matutar. Brasília é uma cidade sem gente. Porque gente está na rua. E aqui, infelizmente, não há essa categoria de gente. Povo, mesmo, que sai de casa, caminha, vai à esquina, anda de mãos dadas pelo centro da cidade. Ou até tem.
Mas são tão poucos, esses como meu amigo encerrabodes, que correm às 2h da madrugada, que o ar de melancolia é indissociável de suas figuras solitárias no meio da grama / terra da Esplanada. Eu também, eu também não sou gente. Só ando de carro pela cidade. Mas ando muito pela cidade. Adoro me perder nos eixinhos e fazer tesourinhas (glossário abaixo) que não levam a destino nenhum - ao menos algum que eu tenha. Hoje mesmo fiz isso.
E fiz também no dia 24 de outubro.
O dia em que Brasília foi cidade, pela primeira, talvez última, vez. Toda a gente estava lá, na grama, sentada ordeira atrás dos ministros e do Lula vendo o Paulinho da Viola cantar, e cantando junto. E na torre recém cheia de luzes, vários casais comiam pipoca rosa, crianças brincavam com cataventos, mães davam aos filhos de comer. Os tios do algodão doce eram tantos que até eu, até eu comi um bem azul. Brasília tinha gente. Gente que descia do carro, sentava e vivia, como se o concreto e o aço não fossem tão opressores assim.
O mais engraçado é que eu vi tudo isso do meu carro, enquanto seguia caminho para o cinema vazio, longe da gente, de gente. Parei, comprei o algodão doce sem descer do corsazulmetálico e fui embora.
Taí, desde esse dia, e desde que pedroencerrabodes elucubra quem quer ser, eu quis ser gente. E não precisava nem crescer. Nem sair de Brasília. Só um diazinho que fosse. Droga.
Mas tudo bem...



þérolå - 10:31 PM Comments:




cheiro de chulé no... O Melhor Lugar do Mundo é Aqui.

A era do pisante...

Confesso que sou meio tapada pra um monte de coisas, afinal.. nem todo mundo é perfeito né? E que essas histórias de fetiche, nem sempre é bem compreendido por "tico e teco"... não por uma questão de pudor, longe de mim, mais por falta de compreensão mesmo. Por exemplo, nunca vou entender alguém que goste de trepar com animais, nem mesmo alguém que enfie uma cenoura no feofó... só se for por falta de grana pra comprar o "consolo", mas mesmo assim, acho que o efeito deve ser terrível!
Me instiga, o gosto do ser humano por partes do corpo. Antigamente, antes da era do silicone, se lembrava de brasileiras quando se falava em um bonito buzanfã, mas isso já faz parte do passado... até mesmo pq, a onda agora é ser magrela ( Uffa! Nunca tive uma
"popa"admirável...).
Então... ontem, tava eu vendo GNT quando me aparece um programa INTEIRO falando sobre a fantasia de vários homens com vários pés diferentes... Havia os que gostavam de pés bonitos e tratados (ok, compreendo... tive um doido na minha vida que NO DIA que me conheceu, pediu pra ver o meu...), mas também, os que se apaixonavam por joanetes, calos e até mesmo odores... criaturas divinas, vc nao tao entendendo!!! Tinha um doido que vivia a base de remédio e que dizia que a única coisa que o mantinha vivo, era o cheiro do pé de uma determinada mulher... que que isso!!!!!
Fora os depoimentos, né? Me via vendo um filminho cômico....

Tô dizendo que homem é tudo doido???



þérolå - 10:29 PM Comments:





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